Contradição no Dia de Defesa Nacional
Ontem, sete de Março, fui-me apresentar ao Dia de Defesa Nacional na Base Aérea de Ovar (agora para os jovens de dezoito anos não há a chamada inspecção, apenas devemos comparecer num determinado dia ao qual somos convocados para passar junto das Forças Armadas, ouvindo palestras que apelam à nossa cidadania em prol do país e que incentivam ao ingresso na vida militar, vendo equipamento e outras instalações para no final do dia recebermos a cédula militar).
Pouco antes do almoço foi-nos anunciado que, por ser tempo de Quaresma e também sexta-feira, não iríamos comer carne mas sim bacalhau à zé do pipo (bacalhau, esse, que estava um mimo). Até aqui tudo normal, mas depois de visionarmos um filme do rambo à português, fomos presenteados ao lanche com nada mais nada menos do que um belo pão com chourição. E a isto, meus caros, é o que eu chamo de contradição no Dia de Defesa Nacional.
Pouco antes do almoço foi-nos anunciado que, por ser tempo de Quaresma e também sexta-feira, não iríamos comer carne mas sim bacalhau à zé do pipo (bacalhau, esse, que estava um mimo). Até aqui tudo normal, mas depois de visionarmos um filme do rambo à português, fomos presenteados ao lanche com nada mais nada menos do que um belo pão com chourição. E a isto, meus caros, é o que eu chamo de contradição no Dia de Defesa Nacional.
F.S.









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