#BlogConf: Conclusões finais
O debate foi bom. Pedro Santana Lopes (e Manuel Falcão também, apesar de lhe terem sido colocadas poucas perguntas) não se esquivou a nenhuma resposta. Nem à "provocação monárquica".
E falando nisso: o Vasco Campilho não levou a bandeira monárquica. Ficou a faltar.
O João Gonçalves deixou uma hiperligação ao Jardim. Trocámos algumas impressões no final. Já com o João Villalobos, do Corta-Fitas (que foi o moderador do debate), comecei a conversar antes do início do debate. Ou antes, começou ele a falar comigo. Ao João e ao João, um abraço. Foi um prazer.
Também não apareceu o André Abrantes de Amaral, d'O Insurgente. Ainda não foi desta que troquei impressões sobre Ayn Rand com um dos insurgentes. Ficará para a próxima.
Creio - sem certezas - que não era o participante mais novo. Terei certamente sido um dos mais atabalhoados a falar. Fora isso, não me correu mal de todo.
Pedro Santana Lopes parece saber exactamente o que quer - e o que não quer - para Lisboa. Há ideias, não só sobre as necessidades da cidades, mas também sobre os projectos necessários para dar resposta a essas necessidades. Mais ainda: parece ter uma noção muito clara do que pode realmente ser feito. Isto, note-se, não é uma declaração de voto. Não sou eleitor por Lisboa. Aliás, nenhum dos micróbios é.
Em jeito de despedida, lamento não ter feito um apontamento sobre o Martinho da Arcada, como nos foi pedido. Mas não encontrei a minha caneta - que, diga-se, só reapareceu à porta de casa. Mas espero que sobreviva ao caos do Terreiro do Paço. E os pastéis de bacalhau são muito bons. Fora isso, espero que os leitores tenham gostado da emissão. Apresentar de ter assistido ao evento em nome do Jardim, os comentários foram todos da minha única e exclusiva responsabilidade - sobretudo os maus. A cobertura, porém, é nossa, do Jardim. A sua primeira de muitas, espero.
João, desculpa não ter colocado a pergunta sobre o preço da bebida no Lux. Terá porventura sido o grande tema a faltar no debate: a boémia. Para a próxima aparece - isto com transmissão em directo aqui teria sido ainda mais giro.
john
E falando nisso: o Vasco Campilho não levou a bandeira monárquica. Ficou a faltar.
O João Gonçalves deixou uma hiperligação ao Jardim. Trocámos algumas impressões no final. Já com o João Villalobos, do Corta-Fitas (que foi o moderador do debate), comecei a conversar antes do início do debate. Ou antes, começou ele a falar comigo. Ao João e ao João, um abraço. Foi um prazer.
Também não apareceu o André Abrantes de Amaral, d'O Insurgente. Ainda não foi desta que troquei impressões sobre Ayn Rand com um dos insurgentes. Ficará para a próxima.
Creio - sem certezas - que não era o participante mais novo. Terei certamente sido um dos mais atabalhoados a falar. Fora isso, não me correu mal de todo.
Pedro Santana Lopes parece saber exactamente o que quer - e o que não quer - para Lisboa. Há ideias, não só sobre as necessidades da cidades, mas também sobre os projectos necessários para dar resposta a essas necessidades. Mais ainda: parece ter uma noção muito clara do que pode realmente ser feito. Isto, note-se, não é uma declaração de voto. Não sou eleitor por Lisboa. Aliás, nenhum dos micróbios é.
Em jeito de despedida, lamento não ter feito um apontamento sobre o Martinho da Arcada, como nos foi pedido. Mas não encontrei a minha caneta - que, diga-se, só reapareceu à porta de casa. Mas espero que sobreviva ao caos do Terreiro do Paço. E os pastéis de bacalhau são muito bons. Fora isso, espero que os leitores tenham gostado da emissão. Apresentar de ter assistido ao evento em nome do Jardim, os comentários foram todos da minha única e exclusiva responsabilidade - sobretudo os maus. A cobertura, porém, é nossa, do Jardim. A sua primeira de muitas, espero.
João, desculpa não ter colocado a pergunta sobre o preço da bebida no Lux. Terá porventura sido o grande tema a faltar no debate: a boémia. Para a próxima aparece - isto com transmissão em directo aqui teria sido ainda mais giro.
john









5 Comments:
João... era o Adolfo Mesquita Nunes, do Rua Direita e Arte da Fuga. Abraço.
O Adolfo Mesquita Nunes? Mas ele não estava presente (acho eu, mas sou muito desatento), nem aparece na lista de bloggers publicada...
Abraço.
Não, estava de pé e ao pé dos croquetes no fim. Não participou. Quem nunca esteve foi o Abrantes Amaral:)
Ah... não sabia. É o problema de não conhecer as caras por trás do blogue. Foi pena não ter participado.
Sempre que dizes Jardim penso em Alberto João Jardim. Ai o caraças, assim é difícil.
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