Longe de Manaus
Hoje sentei-me num café incontestavelmente alfacinha. Mesas e cadeiras castanhas. E empregados falando alto, encadernados por camisas-brancas-de-empregado-de-mesa, com o nome do café bordado no peito. Príncipe-Real. Mais precisamente Jardim Botânico. Sentei-me na esperança medíocre de reproduzir condignamente o estereótipo do "Escritor". Em vão. Apenas escrevi dois poemas (sejamos simpáticos e chamar-lhe-emos assim). E li o capítulo 17 do Longe de Manaus. O café era bom.
jtf
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