é quase uma questão existencial
então e quando é que a rapaziada que há tempos fez cair o carmo e a trindade por causa de uns crucifixos em salas de aulas vai à assembleia da república reclamar o fim dos feriados religiosos? laicismo por laicismo, sempre ganhava o país em termos de produtividade. acabariam os feriados (e eventuais pontes) do natal, da sexta-feira santa, da páscoa, do corpo de deus, do 15 de agosto (nunca me lembro a propósito do que é, mas é religioso) e o 8 de dezembro (idem). ou seja, seis feriados (o carnaval deixa-me algumas dúvidas) - mais uma carrada de feriados municipais como o 13 de junho em lisboa. acabavam-se os pretextos para "férias" de natal e páscoa. e ficávamos apenas com o 10 de junho, o 5 de outubro, o 1 de dezembro e o ano novo. era ver a produtividade nacional a subir, e os portugueses a perder menos tempo, a cada início de ano civil, a calcular feriados e pontes para encaixar os dias e as férias. alegria, alegria.
claro que jamais alguém do bloco de esquerda ou da associação (?) república e laicidade se vai lembrar desta ideia peregrina. laicismo, sim, mas há coisas para as quais a igreja vem mesmo a calhar - como um dia sem trabalhar.
jc
claro que jamais alguém do bloco de esquerda ou da associação (?) república e laicidade se vai lembrar desta ideia peregrina. laicismo, sim, mas há coisas para as quais a igreja vem mesmo a calhar - como um dia sem trabalhar.
jc









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