Da precariedade
Este artigo do Público é muito interessante. Só é pena que o Público não tenha encontrado ninguém da área de Jornalismo para dar o seu testemunho, que certamente seria enriquecedor. Mas o Público não se atreveria a tanto. nem o Público nem qualquer outro órgão de comunicação social deste país. A precariedade dá muito jeito, como eles já perceberam.
Adiante. Gostei também muito de um comentário ao artigo, que transcrevo (com erros e tudo). Não concordo com tudo, mas tem alguns pontos interessantes:
Precariedade, não! Escravatura Moderna: mais que Geração Perdida é Geração Violentada; explorada pela geração anterior que lhe dita falsa moral e a engana diáriamente; uma geração de mais velhos que não tem qualquer escrúpulo em lhe retirar os horários dignos da sua condição humana e ainda assim a ofende rotulando-a de individualista e irresponsável por não constituir família e sair tarde de casa de seus pais... Se há uma Geração Perdida (e a meu ver, há!) a culpa é da Geração anterior (da minha e outras) que não honrou os seus compromissos e os trouxe ao mundo. Somos nós (quarentões, cinquentões e mais!) os esclavagistas de filhos e netos e é a nós que têm de pedir contas (...) Espero assistir ainda à revolta desta juventude, desmerecedora de tanto inferno. [por C. Morais]
john
Adiante. Gostei também muito de um comentário ao artigo, que transcrevo (com erros e tudo). Não concordo com tudo, mas tem alguns pontos interessantes:
Precariedade, não! Escravatura Moderna: mais que Geração Perdida é Geração Violentada; explorada pela geração anterior que lhe dita falsa moral e a engana diáriamente; uma geração de mais velhos que não tem qualquer escrúpulo em lhe retirar os horários dignos da sua condição humana e ainda assim a ofende rotulando-a de individualista e irresponsável por não constituir família e sair tarde de casa de seus pais... Se há uma Geração Perdida (e a meu ver, há!) a culpa é da Geração anterior (da minha e outras) que não honrou os seus compromissos e os trouxe ao mundo. Somos nós (quarentões, cinquentões e mais!) os esclavagistas de filhos e netos e é a nós que têm de pedir contas (...) Espero assistir ainda à revolta desta juventude, desmerecedora de tanto inferno. [por C. Morais]
john









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