31.1.11

Da Democracia #2

Não será certamente displicente pensar que talvez não fosse má ideia mudar a maneira como se organiza o sistema político em Portugal. Até, porventura mais avisado, a forma distante e paternalista como o Português encara a nação, o colectivo. Vemos isso, com particular incidência, na forma como se encaram os poderes políticos, o seu carácter democrático e universal e, sobretudo, a fiscalidade. No fundo, no fundo, esta aldeia não passa de dez milhões de nações atómicas; fragmentadamente unidas por quatro-ou-cinco termos vernáculos, sete-ou-oito jogos da selecção A e três-ou-quatro Sagres-mini. No mais, somos individualmente insignificantes e desunidos.

jtf

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