Passos Coelho, há que reconhecer,
é um homem de opções. Catroga, Rangel e Nobre fracassaram. Gaspar, Crato e Assunção triunfaram. Pode ser uma lição importante. Talvez fosse melhor passar logo directamente para as «segundas escolhas», porque elas - na verdade - são muito melhores.
jtf









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