estado da arte?
como nos últimos tempos não li nenhum livro recente, não assisti a nenhuma peça de teatro (a preguiça levar-me-à direitinho ao inferno), não ouvi nenhum disco recente (dediquei-me a descobrir e redescobrir bandas antigas, como os smiths), e não segui nenhuma série televisiva digna de registo (nem comprei nenhuma em dvd), creio que o meu estado da arte fica por o seguinte:
pelos filmes control (o melhor preto-e-branco desde a lista de schindler na biopic de ian curtis, o malogrado vocalista dos joy division) e death proof (um tarantino menor, dizem alguns; mas as palavras "tarantino" e "menor" não fazem sentido na mesma frase).
pelos livros the snow queen, world's end, the summer queen e tangled up in blue, que juntos fazem uma genial saga de ficção científica escrita pela americana joan d. vinge (reli-os todos).
pelo concerto acústico (e gratuito) dos nouvelle vague no casino de lisboa, e pela actuação dos white stripes no festival oeiras alive (foram melhores que os recém-retornados smashing pumpkins). continuo à espera que os muse e os radiohead voltem.
pelo álbum in rainbows, dos radiohead. ainda não o ouvi, mas deu pancada na indústria discográfica e pode marcar um ponto de viragem na forma como as bandas vendem as suas músicas, o que será sempre de louvar.
pelo videojogo world of warcraft e pelos blogues, que substituíram definitivamente a necessidade de ver televisão (a menos que seja para adormecer no sofá).
e chega.
jc
pelos filmes control (o melhor preto-e-branco desde a lista de schindler na biopic de ian curtis, o malogrado vocalista dos joy division) e death proof (um tarantino menor, dizem alguns; mas as palavras "tarantino" e "menor" não fazem sentido na mesma frase).
pelos livros the snow queen, world's end, the summer queen e tangled up in blue, que juntos fazem uma genial saga de ficção científica escrita pela americana joan d. vinge (reli-os todos).
pelo concerto acústico (e gratuito) dos nouvelle vague no casino de lisboa, e pela actuação dos white stripes no festival oeiras alive (foram melhores que os recém-retornados smashing pumpkins). continuo à espera que os muse e os radiohead voltem.
pelo álbum in rainbows, dos radiohead. ainda não o ouvi, mas deu pancada na indústria discográfica e pode marcar um ponto de viragem na forma como as bandas vendem as suas músicas, o que será sempre de louvar.
pelo videojogo world of warcraft e pelos blogues, que substituíram definitivamente a necessidade de ver televisão (a menos que seja para adormecer no sofá).
e chega.
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