6.1.09

Refugiada

Agora que tanto se fala dos prisioneiros de Guantánamo de que os americanos se querem livrar como puderem - Portugal vai aceitar alguns, ao que parece; os australianos, aliados mas com cabecinha própria, parece que não -, lembrei-me de que também eu estou a oferecer asilo político. Não a prisioneiros de Guantánamo, que até podem ser uns mártires (no bom sentido) e umas jóias de pessoa. Enfim, coisas de que me lembro a ver o E Deus Criou a Mulher: aqui por estes lados dá-se abrigo à refugiada Omer Goldman, se ela não estiver mesmo interessada nem em lutar por Israel nem em queimar estes belos aninhos da sua vida no xilindró (viva o acordo ortográfico). Como sou cavalheiro, até lhe dou a escolher entre o abrigo de Algés e o covil de Odemira, onde duvido que a Mossad a conseguisse encontrar. Não, pelo menos, sem pedir indicações (para um pouco da história da rapariga, consultar isto).

E já agora, dão-se alvíssaras (eventualmente pagarei um café, ou partilharei uma tablete de chocolate preto) a quem me disser o nome da menina que agora figura no cabeçalho do dito blogue, e em alguns mupis espalhados por a capital. Obrigado.

john

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