Será que isto conta como "crime religioso"?
Duvido. Já se fosse ao contrário, não iriam por aí faltar os activistas do costume a bradar contra a "intolerância cristã". E creio que mais chocante ainda é o que diz a mulher do homicida (chamar-lhe "pai" parece-me estúpido neste contexto): "ela (a filha), de uma maneira ou de outra, estava a pedir para ser assassinada" e "O meu marido também errou, mas ele é o pai dos meus filhos, estamos casados há 22 anos, não faria sentido não perdoá-lo por isto". Sem mais comentários.
john
john









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