Não era Copenhaga, era "canhão de água"
Vejo as imagens na televisão dos distúrbios em Copenhaga. Se aquela canalha fosse de extrema-direita, não eram tratados como "jovens" ou como "manifestantes", mas o enviesamento do jornalismo nacional para a esquerda já não surpreende, apenas envergonha. Na questão ambiental - que, aparentemente, é o que os líderes políticos discutem na capital dinamarquesa - eu sou céptico. Mas isso sou eu. Que aqueles "jovens" se queiram manifestar, pelo ambiente ou pelo fim do capitalismo (no fundo, é o que está verdadeiramente em causa nas suas revoltadas cabecinhas), é lá com eles, e nem me passaria pela cabeça retirar-lhes o direito de se manifestarem. Mas lembrar-me de Copenhaga - uma das mais belas cidades que visitei, e de longe a mais limpa - e pensar que alguns milhares de arruaceiros está lá apenas e só para destruir o que conseguirem irrita-me. Fosse eu a decidir, e o tratamento a dar-lhes seria o mesmo que as autoridades dariam a uma "manifestação" de extrema-direita: porrada no lombo e canhão de água nas ventas. Com o frio que faz por lá nesta altura do ano, aposto que iriam implorar aos deuses por um "aquecimento" qualquer.
john
*nota: título e texto editado.
john
*nota: título e texto editado.









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