No fundo no fundo,
Portugal é sempre Portugal. De todas as nacionalidades, somos de longe os que melhor fazemos de portugueses. Regressamos a todos os nossos lugares, de formas sempre criativas e mais-ou-menos subterrâneas. Basta, com boa-vontade, constatar que olhamos para o avião que leva a selecção para o europeu da mesma forma com que se olhou para a nau de Gama em 1497.
No fundo no fundo, rodopiamos sempre sobre o mesmo ponto.
jtf









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