The Economist, a escrever parvoíces há 165 anos
Via Paul Krugman, cheguei a um texto de Stephen Halliday sobre a Great Stink de Londres que, entre outras coisas, tem uma passagem especialmente deliciosa da Economist (escrita em 1848) sobre a péssima ideia que seria construir um sistema de saneamento na cidade (página 6 do pdf). Eis o sofisticadíssimo argumento:
Suffering and evil are nature’s admonitions; they cannot be got rid of; and the impatient efforts of benevolence to banish them from the world by legislation, before benevolence has learned their object and their end, have always been more productive of evil than good.
Parece que o fascínio com o laissez faire tem uma longa, longa tradição por aqueles lados. Mas é verdadeiramente extraordinário ver o quão pouco aprenderam ao longo de mais de século e meio.
sp
Suffering and evil are nature’s admonitions; they cannot be got rid of; and the impatient efforts of benevolence to banish them from the world by legislation, before benevolence has learned their object and their end, have always been more productive of evil than good.
Parece que o fascínio com o laissez faire tem uma longa, longa tradição por aqueles lados. Mas é verdadeiramente extraordinário ver o quão pouco aprenderam ao longo de mais de século e meio.
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